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Mostrando postagens de Novembro, 2010

Filme - Muita Calma Nessa Hora

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Em tempos do pesadão (e ótimo) "Tropa de Elite 2", também sobra espaço para produções nacionais mais leves e muito divertidas. É o caso da comédia "Muita Calma Nessa Hora", de Felipe Joffily. Bem despretensiosa, leve e engraçada, é um ótimo programa para quem está a fim de relaxar, rir e suspirar.  Cheia de situações típicas da fase pós-adolescência, a comédia conta a história de três amigas: Mari (Gianni Albertoni) a amiga linda, mas que está de saco cheio de ser a "pegadora" da turma; Aninha (Fernanda Souza), a eterna indecisa, e Tita (Andréia Horta), a mocinha-pra-casar que é traída pelo noivo às vésperas do casamento. Depois de um porre daqueles, as três partem para uma viagem à Búzios, decididas a fazerem tudo diferente e começarem vida nova. Na estrada conhecem Estrella (Debora Lamm), uma riponga que também está indo a Búzios, em busca do pai desaparecido. No melhor estilo "American Pie", o filme aborda as situações com muita leveza, garant…

Orgulho e Preconceito e Zumbis

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"Orgulho e Preconceito e Zumbis" é um dos mais famosos representantes de um novo filão literário, chamado mash up novels. Hein? Isso é de comer ou de passar no cabelo?
Bom, eu explico. Apesar do nome que soa como marca de chiclete, "mash up novel" é um novo gênero(?) cuja proposta é pegar um clássico da literatura (que seja, de preferência, de domínio público) e revisitá-lo, adicionando outra perspectiva ao enredo, outros personagens, enfim, modificando avacalhando a história que o pobre - e presumidamente já falecido autor - teve um puta trabalho para escrever.
Eu até diria que isso é um derivativo das fans-fics, mas a diferença é que nas fics o pessoal CRIA um novo enredo usando seus personagens e histórias favoritos.
Eu comprei o livro de Seth-Grahame Smith por curiosidade, e também por gostar de Jane Austen. A editora Intrínseca fez uma grande divulgação nas mídias sociais e despertou minha atenção. Ai de mim...
Logo no início a célebre frase de abertura de Jan…

Após homenagem a Guimarães Rosa, "Flip mineira" encerra e já pensa em 2011

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A Literata, primeira festa literária de Sete Lagoas (MG), encerrou, no último final de semana, com um debate sobre a infância na obra de Guimarães Rosa, o homenageado do festival. Os organizadores avaliaram o evento como um sucesso e já fazem planos para uma segunda edição em 2011.
Durante quatro dias, foram promovidos debates sobre o autor de "Grande Sertão: Veredas" e sua influência na cultura. Também houve oficinas de incentivo à leitura, feiras do livro e artesanato, campanha de doação de livros. Cerca de 2.500 pessoas (principalmente estudantes) participaram da Literata, segundo estimativa da organização.
"O evento foi bem recebido pela cidade, teve uma repercussão positiva. Cerca de 1.000 crianças visitaram a feira", avalia o curador nacional da Literata, o jornalista e escritor Jorge Fernando dos Santos.
Para viabilizar o evento, a montadora Iveco, que tem fábrica de caminhões em Sete Lagoas há 10 anos, contou com o patrocínio de sua fornecedora de lubrific…

Filme - Morto ao Chegar

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"- Qual o assunto? - Um assassinato. - Quem foi assassinado? - Eu." Assim começa um ótimo filme para tardes chuvosas. Morto ao Chegar (D.O.A. - Dead on Arrival), de 1988, é a refilmagem de seu homônimo de 1950. Porém, diferente da primeira versão em que o personagem - e vítima - principal é um contador, neste aqui temos Dexter Cornell (Dennis Quaid), um professor de Língua Inglesa cujo assassinato (em andamento, diga-se de passagem) conduz toda a trama.
Cheio de reviravoltas, becos sem saída e detalhes plantados de maneira dissimulada nos planos e diálogos, o filme nos deixa atentos, prendendo a atenção do início até o final. Aliás, um ótimo final.
Mesmo não sendo um "grande clássico", D.O.A. tem uma direção competente, que soube recriar a atmosfera dos filmes noir sem, no entanto, deixar a produção caricata. O início em P&B, com a clássica sequência inicial behind-the-back, acompanhando a caminhada de Dexter até o distrito policial, é uma citação do original de 19…

Espanha bate recorde em compartilhamento de livros

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Em Madri, foram espalhados 30 mil livros para que população leia e coloque de volta na rua

Madri, na Espanha, foi cenário neste domingo da liberação de 30 mil livros, a maior da história, dividios por pontos aleatórios da capital com o objetivo que as pessoas os leiam e, depois, os coloque novamente na rua para outros, uma atividade conhecida como "bookcrossing".
Entre os livros depositados por fontes, bancos e outros lugares estratégivos da cidade, estão exemplares do último Vargas Llosa.
Com este "bookcrossing", no qual participaram 600 voluntários, bateu-se o recorde em número de livros liberados, porque nunca antes se havia colocado tantos livros na rua para compartilhamento em uma ação do tipo, segundo explixa o coordenador dos voluntários, Antonio Gárgoles.
"Esta iniciativa superra em mais de duas vezes qualquer projeto similar a este, em quanquer outra cidade", diz. Cada um dos exemplares compartilhados pelos voluntários está coberto com plástico p…